O brilho encanta e a verdade aprisiona

As pessoas em geral confiam mais nos doutores do que nos poetas. No entanto, os doutores são muito mais perigosos. Causam mais danos sociais do que os poetas.

As pessoas também acham que os poetas não são sérios. Mas Bill Gates, ou um Steve Jobs são muito mais sérios, profundos, confiáveis, coerentes e necessários do que a maioria dos homens que dirigem um país.

Em que escuridão estaríamos metidos hoje se empresários de coragem não tivessem bancado a loucura elétrica de um Thomas Edison?

Sozinho, o brilho pode até ter o condão de deslumbrar as pessoas, mas não o de aprisioná-las. Essa capacidade é uma função exclusiva da verdade. A verdade, porém, precisa de brilho para se tornar interessante.

O brilho é a forma mágica que rompe a inércia do consumidor. A verdade é o conteúdo que o prende ao produto.

É por isso que a dupla brilho e verdade consegue tocar tão afinadamente. Ele encanta, ela aprisiona. Juntos, os dois convencem. Fundidos, então arrasam.


Brilho e Verdade

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