A nossa tal Baianidade Nagô

Os 10 Mandamentos do Baiano

1 – Viva para descansar.

2 – Ame a sua cama, ela e o seu templo.

3 – Se vir alguem descansando, ajude-o.

4 – Descanse de dia para poder dormir a noite.

5 – O trabalho e sagrado, nao toque nele.

6 – Nunca faca amanha, o que voce

pode fazer depois de amanha.

7 – Trabalhe o menos possivel; o que tiver

para ser feito, deixe que outra pessoa faca.

8 – Calma, nunca ninguem morreu por descansar,

mas voce pode se machucar trabalhando…

9 – Quando sentir desejo de trabalhar,

sente-se e espere que ele passe.

10 – Nao se esqueca, trabalho e saude.

Deixe o seu para os doentes.

Adaptar para vencer

Adaptar virou a palavra de ordem desde que surgiu a pandemia. E isso é uma verdade desde os tempos dos dinossauros 🦕 🦖 – as espécies que não se adaptam são estinguidas.

Fazendo um paralelo com a raça humana e as profissões, aqueles que não se adaptam também acabam perdendo o seu espaço.

Este artigo publicado no blog da Adobe pelo meu amigo, colega de trabalho e conterrâneo do Brasil, David Fast, fala um pouco sobre a nossa adaptação dentro da Ironhack para continuar entregando um curso com conteúdo relevante para preparar os alunos a este novo normal e o mercado de trabalho.

Há alguns anos atrás um amigo que trabalha no WordPress me surpreendeu dizendo que a WordPress decidiu fechar o escritório em San Francisco, no coração do Vale do Silício, e colocou a equipe toda para trabalhar remotamente. Isso muito tempo antes da pandemia.

Isso além de visionário só mostra uma empresa que se preocupa mas com o resultado entregue pelas pessoas. Um outro fator que é muito inovador ainda para algumas empresas adotarem da WordPress é o sistema de férias ilimitadas. Sim, se você entrega tudo que você tem como metas a cada trimestre você pode decidir quando serão as suas férias. Isso seria muito vanguarda ainda para corporações e as leis trabalhistas brasileiras, que na minha opinião acaba sendo somente um formato de legalizar a escravidão no Brasil. 🇧🇷

Você é um bom chef 👨‍🍳

Quando sentei em frente ao computador para a minha primeira entrevista técnica com este banco a primeira sensação foi de comprar o álbum do Bruno e Marrone; só escutava a voz do Bruno.

Supostamente a dupla Marcos & Marcondes estaria presente para a conversa mas somente um apareceu. Acredito que este conceito de pair-interview interessante para que o resultado da conversa seja mais transparente.

O resultado da conversa que obtive através do RH, foi que utilizei um tom informal, isso eu fiquei bem surpreso pois eu evito muito o uso de gírias e sei de muitas pessoas muito mais informais neste mesmo banco que eu.

Como UX Designer a primeira habilidade que você desenvolve é a empatia, e eu entendo um pouco de onde surgiu o Sr. Marcos, de um mundo corporativo de consultorias e onde o sinônimo de sucesso é se vestir de terno e gravata. Uma pena pois já faz um tempo que na minha percepção de mundo, pessoas de sucesso (e não tem a ver com dinheiro 💰) não usam gravatas.

O interessante 🤔 dessa geração nova é o quanto eles não são flexíveis e se apegam a tendências e ferramentas como se fossem religião.

Você se apoiar em cima de uma ferramenta só mostra como você deve ser fraco em aspectos fundamentais do design e de qualquer outro trabalho técnico.

Caro, excelentíssimo, senhor, ilmo Marcos & Marcondes deixa eu te contar uma estória, ou prefere história? Ou pelo menos sabe a diferença entre as palavras…

Quando você vai em um restaurante e adora a comida, a primeira coisa que você se questiona é qual é a marca das panelas? Qual é a marca do fogão? Se usa Brastemp para preservar os alimentos? Se o liquidificador é da KitchenAid? Acredito que não, pois a ferramenta pouco importa pois o talento do chef é a grande questão em jogo.

Isso é o mesmo que sempre falo para os alunos na Ironhack, se você é um bom designer, não importa a ferramenta pois você pode usar Figma, InVision Studio, Sketch, Adobe XD ou o Paintbrush. Isso não importa se você domina os fundamentos, algo que o Sr. Marcos & Marcondes se ofendeu.

Quando questionei o companheiro sobre fundamentos que você consegue fazer em uma ferramenta e não consegue realizar da mesma maneira, eu enxerguei um rosto perplexo… pois em sua religião não poderia se questionar isso.

Até agora me lembro do rosto aterrorizado 😰 de Marcos & Marcondes com os olhos 👀 virando quase dando um tilt para que ele me falasse a diferença entre History Control e Version Control. Por favor, vá fazer um pouco de lição de casa. Até um tanto patético o nome de cargos como Designer Lead e títulos agrigolados para um simplório coordenador.

Hoje agradeço por não ir trabalhar com a dupla Marcos & Marcondes, eu realmente ficaria irritado com tanta mediocridade e cabeça fechada, sem contar as formalidades para supostos designers. Talvez ele nem seja realmente um designer real e apenas um pobre Manço apoiado em alguma muleta chamada Figma.

Comparando maçãs com bananas

Uma das maiores razões da Apple só lançar a versão Pro Max do novo iPhone essa semana é bem clara: não perder o buzz de lançamento e criar uma segunda onda de burburinho sobre o novo iPhone.

Nas versões anteriores a Apple 🍎 acabava lançando todos os modelos juntos e a comparação acabava sendo entre os modelos do iPhone, ou seja, comparando maçã com maçã.

Agora a estratégia é bem mais clara, vamos comprar maçã com banana; maçã com laranja; maçã com outros modelos. Se você analisar todos os vídeos e reviews que você encontrava falava muito sobre entre os iPhones e agora lançando em blocos a Apple consegue ter duas ondas de buzz sobre os seus produtos e comparando com as empresas concorrentes.

Algo bem simples mas estrategicamente orquestrado para criar toda a publicidade gratuita sobre cada um dos modelos.

A-L-O-N-E

Desde que compramos o projetor em casa não conseguimos utilizar muitas vezes principalmente por causa da nossa rotina de pais. Há muitos anos não temos televisão em casa, então utilizamos apenas o projetor para assistir algum filme ou alguma série.

Ultimamente mais filmes e documentários pois não temos muita paciência para séries que nunca acabam ou que começam muito bem e não conseguem segurar a atenção.

Pessoalmente eu desiste de assistir diversas séries até o fim como Lost, Game of Thrones e outros tantos famosos.

Ontem conseguimos assistir até o fim o filme da Enola Holmes, um título que até parecia sem graça mas que prendeu atenção até o final. A trama é interessante e ideal para o momento tão estressante que estou vivendo. Prefiro assistir assuntos leves para relaxar a mente.

Estamos tentando ao menos uma vez toda semana assistir algo que possa ser instrutivo para nós e para ensinar o Oscar.